02/10/2009 Sutiã que vira máscara de gás é o vencedor do prêmio IgNobel 2009

Obs: Esse blog fala sobre tecnologia e maneiras de simplificar e economizar, então achei o assunto interessante e Resolvi Postar.






 
  Engenheiros que inventaram um sutiã que se transforma em uma máscara de gás e patologistas que determinaram que garrafas de cerveja podem rachar o crânio são algumas das invenções e pesquisas vencedoras do IgNobel 2009. A cerimônia aconteceu nesta quinta-feira (1), nos Estados Unidos.

 Paródia do prestigiado prêmio Nobel - dado todos os anos, em Estocolmo e Oslo (na Suécia e Noruega), aos pesquisadores e profissionais que se destacaram em determinadas áreas -, o IgNobel elege as pesquisas mais inusitadas. A premiação é patrocinada por uma revista de humor da Universidade Harvard, a Annals of Improbable Research (ou “Anais da Pesquisa Improvável”), e co-patrocinada pela Associação de Ficção CienHarvard-Radcliffe, Sociedade de Estudos da Física Harvard-Radcliffe e a Sociedade da Computação de Harvard.
   O prêmio de saúde pública foi para a equipe da americana Elena Bodnar, de Hinsdale, Illinois, que desenhou e patenteou um sutiã que pode ser convertido rapidamente em duas máscaras de gás: uma para a usuária do sutiã e outra para alguém próximo que estiver em apuros.
   A polícia da Irlanda venceu o prêmio de literatura por emitir mais de 50 multas de trânsito para um visitante assíduo –e apressadinho- chamado Prawo Jazdy. Em polonês, o “nome” significa "licença de motorista".
   O patologista Stephan Bolliger e sua equipe da Universidade de Berna, na Suíça, ganharam o prêmio por um estudo que fizeram para determinar se uma garrafa de cerveja vazia causa mais ou menos danos ao crânio humano do que uma cheia em uma briga de bar.
Bolliger disse por e-mail que o estudo é útil.

- Ambos são suficientes para quebrar o crânio. Contudo, os vazios são mais resistentes. Isso ocorre porque a pressão da cerveja faz com que a garrafa cheia exploda rapidamente.
   Gideon Gono, diretor do Banco de Reserva do Zimbabué, país que luta para combater a hiperinflação, ganhou um prêmio "por permitir que as pessoas lidem de maneira simples e cotidiana com uma vasta gama de números”. Isso porque seu banco imprime notas com valores que variam de um centavo a 100 trilhões de dólares do Zimbábue.
   O prêmio de economia foi dado a gestores dos bancos Kaupthing, Landsbanki, Glitnir Bank e Banco Central da Islândia, "por demonstrarem que os bancos pequenos podem ser rapidamente transformados em grandes bancos, e vice-versa".
   Donald Unger, da Califórnia, foi homenageado por uma experiência feita ao longo de sua vida. Durante 60 anos, ele estralou as juntas da mão esquerda, mas nunca as da direita, para provar que o hábito não causa artrite.
   Outros agraciados foram agricultores que provaram que nomear vacas faz com que elas deem mais leite e um cientista que calculou que as mulheres grávidas não caem.

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